Mapeamento de uma cadeia de suprimentos reversa de resíduos sólidos da construção civil / Mapping of a reverse construction solid waste supply chain

Eliacy Cavalcanti Lélis, Edson Silva de Oliveira, Marta da Silva Araújo, William Hideki Silva

Resumo


Atualmente nos centros urbanos necessitam de uma política sustentável, envolvendo o setor público e privado, para solucionar a questão dos RSCC. Devido ao impacto prejudicial a economia, sociedade e o meio ambiente, foi realizado um estudo para mapear a cadeia reversa dos RCC (resíduos sólidos da construção civil) a partir de um ecoponto até o centro de triagem e aterro de resíduos inertes. Mediante de uma pesquisa exploratória, bibliográfica, documental, constituída de um estudo de caso, desse modo viabilizando reunir dados qualitativos e quantitativos. Após a identificação da origem dos RSCC, que chegam ao ecoponto estudado, sendo transportado do ecoponto para o centro de triagem, foi possível quantificar aproximadamente 10% dos resíduos que são reciclados e retornam ao mercado. Os 90% restante é processada para redução de volume e depositada no aterro de resíduos inertes para serem utilizados futuramente. Também foi detectado a necessidade de uma melhor integração entre a rede dos ecopontos com a das ATT’s (áreas de triagem e transbordo) utilizando os conceitos de logística reversa e logística verde, investimentos e incentivos fiscais do governo para aumentar o valor agregado dos RSCC reciclados, ampliando sua utilização para a redução dos impactos ambientais em nosso planeta.

 


Palavras-chave


Cadeia de suprimentos reversa, resíduos sólidos, construção civil

Texto completo:

PDF

Referências


ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. “NBR 15113 Resíduos sólidos da construção civil e resíduos inertes – Aterros – Diretrizes para projeto, implantação e operação”. Rio de Janeiro-RJ, 2004. Disponível em: . Acesso em: 10 set 2018.

BAUMGARTEN, M. “Conhecimento, planificação e sustentabilidade”. São Paulo em Perspectiva, v. 16, n. 3, p. 31-41, 2002.

BONELLI, Cláudio M.C. “Meio ambiente, poluição e reciclagem”. 2 ed. São Paulo: Blucher, 2010.

BRASIL, Ministério do Meio Ambiente “Lei Nº 12.305, de 02 de agosto de 2010 institui a política nacional de resíduos sólidos”. 2010. Disponível em: . Acesso em: 23 ago 2018.

BRASIL, Ministério do Meio Ambiente “Política nacional de resíduos sólidos”. Disponível em: . Acesso em: 25 ago 2018.

BRASIL, Ministério do Meio Ambiente “Princípio dos 3R's”. Disponível em:. Acesso em: 10 set 2018.

BRASIL, Ministério do Meio Ambiente “Resolução CONAMA nº 307, de 5 de julho de 2002”. Disponível em: . Acesso em: 20 ago 2018.

BLASO, Ellen. “Desenvolvimento sustentável e gestão de resíduos das cidades”. Disponível em: . Acesso em: 03 set 2018.

CASTILHO JUNIOR, A.B; FERNANDES, F.; FERREIRA, J.A. “Gerenciamento de resíduos sólidos urbanos com ênfase na proteção de corpos d’água: prevenção, geração e tratamento de lixiviados de aterros sanitários”. ABES, Florianópolis – SC, 2006.

CARDOSO, Luiza Moura. “Tudo sobre os resíduos sólidos da construção civil”. 2017. Disponível em: . Acesso em: 10 ago 2018.

CAVALCANTI, Clóvis. (org.). “Desenvolvimento e natureza: estudos para uma sociedade sustentável”. São Paulo: Cortez, 2003.

CHRISTOPHER, Martin. “Logística e o gerenciamento da cadeia de suprimentos”. São Paulo: Cengage Learning, 2010.

COSTA, J.M.M. “Desenvolvimento sustentável, globalização e desenvolvimento econômico”. In: XIMENES, T.(Org.) Perspectivas do Desenvolvimento Sustentável: Uma contribuição para a Amazônia 21. Belém: NAEA, 1997.

COUNCIL LOGISTICS MANAGEMENT, CLM. “Word Class Logistics: the challenge of managing contínuos change”. CLM Oak Brook, 2014. Disponível em: . Acesso em: 18 ago 2018.

DONATO, V. “Logística verde: uma abordagem sócio-ambiental”. Rio de Janeiro, Editora Ciência Moderna, 2008.

GLASSON, J., THERIVEL.R, CHADWICK, A. “Introduction to Environmental Impact Assessment”. 2. ed. London: Routledge, 2012

GIL, A. C. “Como elaborar projetos de pesquisa”. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.

GOMES, C.F.S.; RIBEIRO, P.C.C. “Gestão da cadeia de suprimentos integrada à tecnologia da informação”. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.

GOTO, A. K. “A importância do sistema de gestão ambiental para o desenvolvimento de cadeia de suprimentos verde automotiva”. 2012. 226 f. Tese (Mestrado e Doutorado em Administração) Universidade Nove de Julho – UNINOVE, São Paulo.

LEITE, Paulo Roberto. “Logística reversa: meio ambiente e competitividade”. 2 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.

LEITE, Paulo Roberto. “Logística reversa e a política nacional de resíduos sólidos”. Revista eletrônica Tecnologística, p. 90-92, São Paulo, set., 2010. Disponível em: < http://www.tecnologistica.com.br/portal/revista/edicao-anterior/178/>. Acesso em: 30 ago 2018.

LUCCHINO, A. “Entulho não é lixo”. 2010. Disponível em http://www.codasp.sp.gov.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=148:entulho-nao-elixo&catid=43:noticias&Itemid=53. Acesso em:18 ago 2018

PEREIRA NETO, João Tinoco. “Manual de compostagem: processo de baixo custo”. Viçosa – MG. UFV 2007.

QUIUMENTO, F. “Logística verde: uma nova visão para a logística com atividade humana integrada ao ambiente”. 2011. Disponível em: . Acesso em: 29 ago 2018.

RIBEIRO, Perla. “Lixo produzido anualmente pelo Brasil encheria 206 estádios do Morumbi”. nornal eletrônico Correio24Horas, 2017. Disponível em: Acesso em: 15 ago 2018.

SÃO PAULO, Secretaria Municipal De Serviços Comitê Intersecretarial Para A Política Municipal De Resíduos Sólidos. “Plano de gestão integrada de resíduos sólidos da cidade de São Paulo”. Disponível em: Acesso em: 20 ago 2018.

SANTOS, J.S, BORTOLON, K.M.; CHIROLI, D.M.G.; OIKO, O.T. “Logística verde: conceituação e direcionamentos para aplicação”. Revista Eletrônica em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental Santa Maria, v.19, n .2, p.314 - 331, mai/ago. 2015.

SILVA, R.P.B.; D´ANDREA, T.Q.G. “Logística reversa e logística verde: do conceito a prática”.166 f. Monografia (Graduação de Administração) - Universitário Católico Salesiano Auxilium - UNISALESIANO, Lins, 2009.

“O conteúdo expresso no trabalho é de inteira responsabilidade do(s) autor(es)”.


Apontamentos

  • Não há apontamentos.