Evidências sobre o tratamento cirúrgico da hérnia inguinal em crianças / Evidence on surgical treatment of inguinal hernia in children

Karinne Nancy Sena Rocha, Isadora Silveira Roza, Maria Eduarda Carvalho Burjaily, Juliana Lages Rolim, Larissa Dutra Lima, Gabriella Fontes de Faria Brito Colnago, Lysandra Macêdo Campos de Matos, Ursula Volkers Fonseca, Karoline Murielly Gomes

Abstract


A hérnia é a protrusão de uma parte de um órgão ou tecido através de uma abertura anormal na parede que normalmente o contém, o encarceramento descreve uma hérnia que não pode ser reduzida pela manipulação. Uma hérnia inguinal se desenvolve quando o processus vaginalis não consegue obliterar durante o final da gestação, permitindo que a comunicação entre a cavidade abdominal e o canal inguinal persista. A grande maioria das hérnias em crianças são indiretas, com conteúdo projetando-se através do anel inguinal interno para o canal inguinal. As hérnias inguinais em crianças geralmente se apresentam no primeiro ano de vida como uma massa inguinal intermitente e redutível. O diagnóstico pode ser feito apenas pela história, sem a presença de massa no exame físico. Entre 14 e 31% dos casos estarão encarcerados no momento do diagnóstico. O tratamento da hérnia inguinal, requer reparo cirúrgico, as hérnias encarceradas devem ser reduzidas de forma emergencial. 


Keywords


Hérnia, Criança, Cirurgia, Hérnia Inguinal.

References


Kapur P, Caty MG, Glick PL. Pediatric hernias and hydroceles. Pediatr Clin North Am 1998; 45:773.

Wang KS, Committee on Fetus and Newborn, American Academy of Pediatrics, Section on Surgery, American Academy of Pediatrics. Assessment and management of inguinal hernia in infants. Pediatrics 2012; 130:768.

Rowe MI, Copelson LW, Clatworthy HW. The patent processus vaginalis and the inguinal hernia. J Pediatr Surg 1969; 4:102.

Misra D, Hewitt G, Potts SR, et al. Inguinal herniotomy in young infants, with emphasis on premature neonates. J Pediatr Surg 1994; 29:1496.

FOSBURG RG, MAHIN HP. FEMORAL HERNIA IN CHILDREN. Am J Surg 1965; 109:470.

Chen YC, Wu JC, Liu L, et al. Correlation between ventriculoperitoneal shunts and inguinal hernias in children: an 8-year follow-up. Pediatrics 2011; 128:e121.

Erez I, Schneider N, Glaser E, Kovalivker M. Prompt diagnosis of 'acute groin' conditions in infants. Eur J Radiol 1992; 15:185.

Skoog SJ, Conlin MJ. Pediatric hernias and hydroceles. The urologist's perspective. Urol Clin North Am 1995; 22:119.

Gahukamble DB, Khamage AS. Early versus delayed repair of reduced incarcerated inguinal hernias in the pediatric population. J Pediatr Surg 1996; 31:1218.

Taylor K, Sonderman KA, Wolf LL, et al. Hernia recurrence following inguinal hernia repair in children. J Pediatr Surg 2018; 53:2214.

Viner RM, Teoh Y, Williams DM, et al. Androgen insensitivity syndrome: a survey of diagnostic procedures and management in the UK. Arch Dis Child 1997; 77:305.

George EK, Oudesluys-Murphy AM, Madern GC, et al. Inguinal hernias containing the uterus, fallopian tube, and ovary in premature female infants. J Pediatr 2000; 136:696.

Davies N, Najmaldin A, Burge DM. Irreducible inguinal hernia in children below two years of age. Br J Surg 1990; 77:1291.

Masoudian P, Sullivan KJ, Mohamed H, Nasr A. Optimal timing for inguinal hernia repair in premature infants: a systematic review and meta-analysis. J Pediatr Surg 2019; 54:1539.

Manoharan S, Samarakkody U, Kulkarni M, et al. Evidence-based change of practice in the management of unilateral inguinal hernia. J Pediatr Surg 2005; 40:1163.

Tackett LD, Breuer CK, Luks FI, et al. Incidence of contralateral inguinal hernia: a prospective analysis. J Pediatr Surg 1999; 34:684.

Mollen KP, Kane TD. Inguinal hernia: what we have learned from laparoscopic evaluation of the contralateral side. Curr Opin Pediatr 2007; 19:344.




DOI: https://doi.org/10.34119/bjhrv5n1-031

Refbacks

  • There are currently no refbacks.