Diagnóstico de aflatoxinas em amostras enviadas ao centro de pesquisa e estudos avançados em saúde animal da universidade autônoma do estado do México / Diagnosis of aflatoxins in samples sent to the center for research and advanced studies in animal health of the autonomous university of the state of Mexico

Autores

  • Benjamín Valladares Carranza
  • Valente Velázquez Ordoñez
  • José Luis Carlos Bedolla Cedeño
  • Lucia Delgadillo Ruiz
  • Rómulo Bañuelos Valenzuela
  • Nallely Rivero Pérez
  • Adrián Zaragoza Bastida
  • Cesar Ortega Santana

DOI:

https://doi.org/10.34188/bjaerv5n3-017

Palavras-chave:

Aflatoxinas, AFG1, AFG2, amostras biológicas, diagnóstico.

Resumo

As micotoxinas contaminam diversos alimentos e ingredientes alimentares e são um problema atual; fatores como umidade e temperatura favorecem o desenvolvimento de fungos e a produção de suas toxinas. Com o objetivo de analisar e considerar a positividade de diferentes amostras enviadas para estudo toxicológico ao Centro de Pesquisa e Estudos Avançados em Saúde Animal (CIESA-UAEMéx), no período de janeiro de 2017 a dezembro de 2019; utilizou-se o método Stoloff para determinação de aflatoxinas (teste qualitativo de cromatografia em camada delgada), e revisou-se o arquivo de diagnóstico das amostras processadas na área de toxicologia; A estatística descritiva foi utilizada para avaliação dos dados. O número de amostras processadas no período do estudo foi de 67; o tipo de amostras correspondeu a alimentos para suínos, aves, equinos e bovinos (milho em grão, palha de milho, alfafa encolhida, esterco de galinha-polinaza), além de amostras clínicas de animais mortos por causas sugestivas de intoxicação por aflatoxicose (fígado, rim , sangue total e conteúdo ruminal). Fígado e esterco de aves apresentaram o maior percentual de amostras enviadas para diagnóstico com 26,86%. Do total de amostras analisadas, 53,73% foram positivas para micotoxinas, encontrando apenas metabólitos AFG1 e AFG2 (36 e 33 amostras, respectivamente). Das 18 amostras de fígado, obteve-se uma positividade de 50% (9/18), sendo 8 para aflatoxina G1 e 9 para G2; no caso de esterco de galinha-esterco de aves de 18 amostras, 77,77% foram positivos para aflatoxinas (14/18), 14 para G1 e 11 para G2. Existem falhas no processo de produção, transformação ou conservação dos alimentos, pelo que é importante tomar medidas para garantir e conservar estes.

Referências

Bueno, D.J., Salvano, M., Silva, J.O., González, S.N. 2001. Micotoxins: Diagnosis and Prevention in Poultry. Boletín micológico. 16:23-36.

Caballero, R.M.P. 2015. Determinación de aflatoxinas en alimento comercial para perros. Tesis de licenciatura. Facultad de Medicina Veterinaria y Zootecnia. Universidad Autónoma del Estado de México. Toluca, México.

Cabañes J.F. 2000. Emerging micotoxins. Introduction. Revista iberoamericana de Micología. 17 (2): 561-575.

Castella, G. 2000. Mycotoxin – Producing fungi. Revista Iberoamericana de Micología 17 (2): 563-568.

Gimeno A. 2007. Aflatoxicosis en Humanos Provocada por el Consumo de Alimentos Contaminados, que no son de Origen Animal. http://www.engormix.com/MA-micotoxinas/articulos/aflatoxicosis-humanos-provocada-consumo-t1662/p0.htm (13 de Mayo de 2020).

Peña, B.S., Valladares, C.B., Posadas, M.E. 2015. Estimation of Mycotoxin Multiple Contamination in Mexican Hybrid Seed Maize by HPLC-MS/MS. Agricultural Sciences, 6: 1089-1097. doi: 10.4236/as.2015.69104.

Prudant, A. 2002. “Problemas con micotoxinas en ganado lechero”. Soofware agrícola. http://www.e-cooprinsem.cl/softagri/Cooprinforma64/Articulo_2_3.htm (20 de Agosto de 2020).

Roy, T.J., Prieto, L., Oropesa, A. 2004. Mycotoxin and reproduction in domestic animals. Albeitar. 77: 38-40.

Rojas, O., Wilches A. 2009. Determinación de Aflatoxinas en Alimentos de Mayor Consumo Infantil Comercializados en la Ciudad de Pamplona, Norte de Santander. Bistua: Revista de la Facultad de Ciencias Básicas, 7(1):4-5.

Stoloff, L. 1999. Variaciones para el establecimiento de límites y reglamentaciones de las micotoxinas. Aditivos y contaminantes alimenticios 8:213-222.

Valladares, C.B., Velázquez, O.V., Ortega, S.C. 2017. Presencia de micotoxinas en la leche, aspectos a considerar para una producción sustentable. In: Brunett Pérez L et al. (coord.). Sustentabilidad agropecuaria: experiencias de investigación para el desarrollo agropecuario, forestal y rural. Colofón S.A. de C.V. ISBN: 9786078583012.

Valladares-Carranza, B., Velázquez-Ordoñez, V., Rosales-Emeterio, J.D., Zaragoza-Bastida, A., Rivero-Pérez, N. 2019. Determinación de aflatoxina M1 en hatos lecheros del Estado de México. Revista de Invención Técnica, 3-9:1-8.

Vilar, E.A., Bastos, S.T.G., Melo, R.G. 2003. Micotoxins in poultry products. Higiene Alimentaria. 17: 17-32.

Williams, W.P., Gary, C., Buckley, P.M. 2002. Aflatoxin accumulation in conventional and transgenic corn hybrid infested with southern corn borer. J. Agric. Urban Entomology, 19, 227-236.

Downloads

Publicado

2022-07-20

Edição

Seção

Artigos originais