Coalizão talonavicular parcial

Partial talonavicular coalition

Authors

  • Andressa Mendes Borelli
  • Bruna Laís Perazzoli
  • Bruno Theophilo de Almeida Rodrigues
  • Camila Tomasi
  • Fernando Lucas Queiroz Abreu
  • Flavia Silva Kroeff de Souza
  • João Caio Peres Ribeiro
  • Laura Vilela Pazzini
  • Melise Silva de Oliveira Barbosa
  • Rafael Bellotti Azevedo
  • Rafaela Camozzi Miguel
  • Rayana Vaz Manzi
  • Rayssa Carneiro Ferreira
  • Thais Vasconcelos de Brito
  • Thays Ferreira Guimarães
  • Thayser Nayarah Estanislau Sousa
  • Timóteo de Oliveira Lima Júnior
  • Vanessa de Avila Santos
  • Victoria de Oliveira Carmo Borges
  • Victória Feio Obeid

DOI:

https://doi.org/10.34119/bjhrv5n5-036

Keywords:

coalizão tarsal, deformidades do pé, relatos de casos

Abstract

Introdução: Coalizão tarsal se refere à fusão congênita entre dois ou mais ossos do mediopé ou retropé, podendo ser de ordem óssea, cartilaginosa ou fibrosa. O subtipo talonavicular é menos prevalente, já que a coalizão talocalcânea e calcâneonavicular são responsáveis por mais de 90% de todos os casos de coalização tarsal. Apresentação do Caso: LVP, feminino, 24 anos, com queixa de dor crônica em pé direito e dificuldade de deambulação há 10 anos. Clinicamente, observou-se dor à mobilização passiva e diminuição da amplitude de movimento, sendo realizada tomografia computadorizada (TC) de pé direito, que evidenciou coalizão talonavicular parcial. Discussão: A apresentação clínica é frequentemente assintomática, favorecendo maior progressão de doença e evolução para complicações que acarretam maior morbidade, como a osteoartrite de mediopé. O tratamento conservador deve ser indicado inicialmente e, em casos de refratariedade à abordagem clínica, recomenda-se a ressecção cirúrgica da coalizão com interposição de enxerto tecidual. Conclusão: A coalizão talonavicular é um subtipo raro e infrequente dentre as coalizões tarsais, sendo uma causa subdiagnosticada de dor crônica no tornozelo e pé, associando-se, portanto, com maior morbidade em virtude do diagnóstico tardio. 

References

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Published

2022-09-06

Issue

Section

Original Papers